A Vogue, como todo mundo sabe, não é uma simples revista de
moda, é “a” revista de moda. No mundo inteiro, aliás.
Por isso, quando decidi compartilhar aqui no Blog as
revistas que acompanhamos e do que gostamos e do que não gostamos nelas,
não podia deixar de começar por ela: a menina dos olhos, a super referência.
A verdade é que, assim como toda revista de referência, ou
talvez, toda revista mesmo, ela tem cada vez mais propaganda do que matéria. Eu
sei que isso incomoda muita gente – e sinceramente acho que talvez já seja
chegado o momento de haver uma reformulação das revistas impressas, já que com
os tablets e montes de sites legais na internet, a consulta sobre assuntos
amados acaba não necessitando mais das antigas revistas de papel, que depois de
lidas e viradas as páginas, vão direto para nossos armários, lotando nossas
casas de mais e mais papel.
Masss por aqui a gente ainda gosta de revista, e muito!
Deliciamo-nos com revistas novas, revistas velhas, digitais, com propaganda,
não temos problemas com isso. Até temos que admitir, as propagandas estão
trazendo cada vez mais imagens bonitas, então, sim, ainda gastamos nosso rico $$
dinheirinho com isso!
Ditos os comentários e feitas as apresentações sobre a ideia
deste post, vamos à nossa edição da vez:
![]() |
Recortes extraídos da Vogue de Abril, que depois vão para o mural de inspirações |
No editorial, a revista foi apresentada como um reflexo
imediato do São Paulo Fashion Week, mas mais ainda, da semana de moda de Paris,
que acontece primeiro. A Daniela Falcão, que assina o editorial, comentou que o
assunto na boca pequena em Paris era sobre o fato de os grandes costureiros do
prêt-a-porter estarem perdendo tamanho espaço para as mulheres que criam suas
peças pensando em conforto e praticidade.
Estou aqui a concordar com a Daniela, afinal, com as
mulheres dominando o mundo como estamos, queremos sensualidade, com nossos
saltos altos e muita maquiagem, mas sabemos que esses são apenas para os momentos
especiais. Em quase todo o tempo, fazemos a escolha do look do dia pensando em
quanto precisaremos correr para lá e para cá, quando saltos não ajudam muito e
nosso clima de outono esquenta-esfria não colabora.
Curti a pegada militar da revista – que está em TODAS as
vitrines por onde passo.
Curti que apareceu muito vermelho, bordô, vinho, um luxuoso
inverno para combinar com o preto que volta a ser o bom e velho básico do
guarda-roupa.
Curti o estilo boho que rolou em várias fotos (inclusive nas
propagandas das marcas!!!), com os casaquinhos de pelinhos, botinhas com o
caninho de fora e franjas.
Ah, e claro, curti as tachinhas e spikes que estão por todos
os lados... quem ama spikes levanta a mão! o/
Das matérias, amei a com a Inès de la Fressange, de quem
fiquei fanzoca desde que li “A Parisiense” (este merece post especial),
mostrando que além de phyna ela é muito simpática e super descolada mesmo (não
é abobrinha para vender livro!) e curti super a matéria de 6 páginas do amado
designer Michel Kors, a quem a revista chama de “campeão de bilheteria”. Ele é
simplesmente incrível.
Para arrematar porque já falei demais, não pude deixar de
reparar que finalmente a moda da chapinha já era! Com essa pegada de revival
anos 90, os cabelos estão naturais, assim mesmo, lavou e deixou secar no
caminho e ficou assim, porque cabelo bonito é cabelo fácil de arrumar!!! À
moda real, girls!!!
Lu Figueiredo
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